White Martins intensifica esforços para fornecimento de oxigênio medicinal aos seus clientes em todo o Brasil

White Martins intensifica esforços para fornecimento de oxigênio medicinal aos seus clientes em todo o Brasil

25 março 2021

O agravamento da pandemia no Brasil tem impactado significativamente todo o sistema de saúde do país, e isso traz desafios ainda maiores para as operações e a distribuição de oxigênio medicinal nas formas líquida e gasosa. No dia 22 de março, a White Martins atingiu o volume diário de 1,1 milhão de metros cúbicos de oxigênio líquido medicinal, o que representa um aumento de 93% de volume no consumo médio diário do produto em comparação com a primeira quinzena de dezembro de 2020, e 119% em relação a 2020. Este consumo chegou a crescer 300% em algumas localidades.

Como uma das principais fornecedoras de oxigênio, a White Martins tem realizado uma série de medidas para aumentar a disponibilidade do produto, em parceria com as autoridades de saúde e governamentais, a iniciativa privada e a sociedade civil. A distribuição deste medicamento e seu armazenamento nos estabelecimentos assistenciais de saúde requer equipamentos e profissionais altamente especializados, além de um planejamento adequado para que este insumo possa ser disponibilizado de maneira segura para uso terapêutico, seguindo as normas vigentes da Anvisa e da ABNT.

Ampliação de turnos, frotas e produção de equipamentos
Todas as unidades de produção da White Martins no Brasil estão trabalhando 24 horas por dia, incluindo fins de semana. Na comparação entre dezembro de 2020 e março de 2021, a White Martins acrescentou à sua frota de distribuição de oxigênio líquido um total de 87 equipamentos, entre isotanques, carretas criogênicas, caminhões e tanques criogênicos móveis. Além disso, a empresa reforçou suas operações com mais 45 motoristas – que, antes de assumirem suas funções, precisam passar por capacitações específicas que podem levar até quatro meses.

De 2019, período antes da pandemia, até o momento, a Fábrica de Equipamentos Criogênicos da White Martins aumentou em 68% a produção de tanques para armazenamento de gases medicinais e industriais, entre eles o oxigênio. A produção de carretas criogênicas para o transporte destes gases cresceu 39% neste mesmo período. Esta unidade possui equipe altamente especializada para o desenvolvimento de plantas criogênicas e não criogênicas, com processos automatizados que garantem produtividade, confiabilidade e eficiência, além da fabricação e manutenção de carretas para o transporte de gases industriais e medicinais no estado líquido em temperaturas inferiores a -180º C para todas as regiões do país.

O tempo médio de fabricação de um caminhão criogênico é de quatro meses e o de uma carreta criogênica é de seis meses. Em uma força-tarefa diante do atual cenário, a White Martins tem conseguido reduzir estes prazos em 20 a 40 dias. A fábrica tem mobilizado esforços para trabalhar em dois a três veículos simultaneamente e agilizar a aquisição de válvulas e bombas criogênicas que são importadas e especiais, assim como chassis para caminhões e suspensões para as carretas.

Desafios logísticos e estoques nos clientes
O abastecimento de oxigênio não depende apenas da produção e da disponibilidade do produto. As condições de transporte entre as plantas produtoras e os locais de entrega, que muitas vezes não permitem o acesso de equipamentos de maior porte como carretas, agravam demasiadamente o atual estresse logístico dos recursos de distribuição disponíveis no país. Muitos hospitais têm apresentado um aumento de consumo de oxigênio que vai além da sua capacidade de estoque instalada e da sua própria infraestrutura hospitalar de redes e central reserva de cilindros.

A rede interna de distribuição do oxigênio para uso terapêutico é de responsabilidade dos estabelecimentos assistenciais de saúde, e a White Martins tem alertado exaustivamente às autoridades competentes sobre os riscos envolvidos na transformação de unidades de pronto atendimento em unidades de internação para pacientes com Covid-19 sem um planejamento adequado, o que traz impactos significativos na logística, na segurança operacional e na confiabilidade do abastecimento.

Algumas unidades não contam com infraestrutura apropriada, como tanques de estocagem de oxigênio e redes centralizadas para o gás, ou não possuem sistemas com a dimensão adequada para a expansão do consumo. Vale reforçar que, para a segurança dos pacientes, esta adaptação de unidades de pronto atendimento só deveria ser realizada depois de um estudo de viabilidade, a fim de permitir a adequação da infraestrutura, a avaliação da acessibilidade dos veículos de transporte e, consequentemente, a garantia e a confiabilidade para entrega, armazenamento e uso de um produto essencial como o oxigênio.

Entre janeiro e 23 de março de 2021, a White Martins já realizou 197 adequações  de estocagem de oxigênio em seus clientes ao redor do país. Em todo o ano de 2020, a companhia realizou 236 operações deste tipo. Para a viabilidade destas operações, são necessários investimentos expressivos em tanques criogênicos, cujos prazos de fabricação variam, atualmente, de 90 a 120 dias. A execução destas adequações demanda profissionais especializados, a movimentação de equipamentos que pesam toneladas e uma coordenação junto às concessionárias de energia e à Companhia de Engenharia e Tráfego. O planejamento de cada atividade leva em média uma semana e sua execução dura em torno de um dia.

Entre 2018 e 2020, a White Martins investiu R$ 121 milhões na área de logística de distribuição de líquidos. Estas ações incluem a fabricação, aquisição e importação de novos veículos criogênicos, isotanques, equipamentos e tecnologias de programação logística, bem como a constante manutenção da frota existente e as adequações de estocagem nos clientes para garantir a confiabilidade no fornecimento. Em 2021, a previsão é aportar mais de R$ 77 milhões até dezembro, totalizando um investimento nesta logística na ordem de R$ 198 milhões realizado pela companhia em quatro anos. 

É importante ainda que as instituições de saúde utilizem o oxigênio corretamente para garantir um uso consciente deste medicamento. A companhia tem mantido contato com seus clientes para que reparem todo e qualquer vazamento de oxigênio na tubulação, postos de consumo, válvulas e fluxômetros; só utilizem fluxo de gás recomendado por terapia e garantam que não haja vazamento em nenhuma das roscas se for inevitável duplicar saídas de oxigênio (postos de consumo).

Distribuição de oxigênio medicinal na forma gasosa (cilindros)
A White Martins, assim como as demais empresas de gases no Brasil, não fabrica os cilindros onde o oxigênio é envasado na forma gasosa. É de conhecimento público que há uma escassez no mercado nacional deste tipo de equipamento; mesmo assim, a White Martins tem mantido o fornecimento a seus clientes nesta modalidade.

A quantidade de cilindros transportada pela empresa diariamente teve um crescimento de 50%, que provocou um aumento na frequência de entregas de 25%, na comparação entre a média diária de fevereiro e a média diária de março de 2021. Somente em março, a companhia movimentou uma média de 14 mil cilindros por dia em todo o Brasil, atingindo um pico de 19 mil cilindros no dia 16 de março. Ao todo, 55 caminhões e 63 motoristas já foram adicionados à frota de distribuição de cilindros em 2021. Vale ressaltar que o manuseio, o envasamento e o transporte de cilindros de oxigênio requerem uma série de normas de segurança, em função da alta pressão do produto contido no cilindro.

No cenário atual, a White Martins ressalta a importância da colaboração de toda a sociedade para que a devolução de cilindros vazios seja feita de modo adequado, otimizando assim o fluxo de reposição dos estoques aos hospitais e pacientes de assistência domiciliar.

Fornecimento para hospitais que não são clientes da White Martins
Além do esforço sem precedentes que a empresa tem dedicado para atender o consumo de oxigênio de todos os seus clientes medicinais no Brasil, a White Martins tem atendido a determinações das autoridades para disponibilizar o produto para outras empresas fornecedoras e revendedoras de gases do mercado diretamente de suas plantas produtoras. Para atender estas solicitações, a White Martins já disponibilizou mais de 92 mil metros cúbicos de oxigênio líquido até o dia 23 de março, o que pode impactar diretamente a confiabilidade do sistema logístico da empresa.

Transporte de produtos por via área e fluvial
A White Martins tem enviado, por meio de parceria com as Forças Armadas, oxigênio na forma líquida e gasosa para estados como Acre, Rondônia e Amapá. Estas regiões não têm plantas de produção de oxigênio e têm registrado um crescimento exponencial no consumo deste medicamento. Entre os dias 1º e 23 de março de 2021, 10 mil metros cúbicos de oxigênio líquido e cerca de 8 mil metros cúbicos de oxigênio gasoso foram enviados em aviões da Força Aérea Brasileira para estes estados. Além disso, a White Martins enviou para estas localidades, no mesmo período, cerca de 332 mil metros cúbicos de oxigênio líquido por meio de balsas que saíram das cidades de Belém (PA) e Manaus (AM).

Previsão de demanda
Em todo o país, a White Martins segue em contato constante com seus clientes das redes de saúde pública e privada, além das autoridades de saúde locais, para que sejam comunicadas, formalmente e previamente, as necessidades de acréscimo no fornecimento do produto, bem como a previsão da demanda. Isso porque compete às instituições de saúde, públicas e privadas, sinalizar qualquer incremento real ou potencial de volume de gases às empresas fornecedoras.

Estes estabelecimentos são responsáveis pela gestão da saúde e têm acesso a dados que compõem o panorama epidemiológico da COVID-19, como o índice e a velocidade de contágio da doença, o crescimento da taxa de ocupação de leitos, a abertura de novos leitos, a implantação de hospitais de campanha, a quantidade de pacientes atendidos, bem como a classificação dos casos. A White Martins – como qualquer fornecedora deste insumo – não tem condições de fazer qualquer prognóstico acerca da evolução abrupta ou exponencial da demanda.

Vacinação dos profissionais da linha de frente
Vale destacar também que os profissionais das fornecedoras de oxigênio que trabalham na linha de frente, diretamente ligados ao processo de abastecimento do produto nos hospitais, circulam diariamente em ambientes com alto risco de infecção pelo coronavírus e, portanto, devem ser considerados com a mesma prioridade dos profissionais do serviço de saúde no que diz respeito ao processo de vacinação, de acordo com a definição da população-alvo estabelecida no Plano Nacional de Operacionalização para Vacinação contra a Covid-19 do Ministério da Saúde.

Estes profissionais, além de fundamentais para viabilizar o atendimento de unidades hospitalares e o tratamento domiciliar, são de difícil substituição por conta do tempo de treinamento necessário para o exercício dessas funções. Além da formação profissional, esses funcionários precisam de capacitações específicas que podem levar até quatro meses. Este assunto já foi sinalizado pela companhia aos órgãos competentes e a empresa aguarda uma definição sobre o tema.

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